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1. O pagamento da taxa de incêndio é obrigatório?
2. Onde são aplicados os recursos da taxa de incêndio?
3. A falta de pagamento da taxa de incêndio traz alguma conseqüência?
4. Comprei um imóvel e somente depois descobri que existiam débitos anteriores. Quem é o responsável pelo pagamento de tais débitos?
5. Como posso saber se há débitos da taxa de incêndio e, caso tenha, como posso obter uma segunda via?
6. Por que estão cobrando juros de uma taxa de incêndio que não recebi?
7. O aposentado tem direito à isenção da taxa de incêndio?
8. Moro em área de risco. Tenho direito à isenção da taxa de incêndio?
9. Como posso reaver valores pagos indevidamente?
10. O Documento de Arrecadação da Taxa de Incêndio (DATI) não está em meu nome. Devo pagar assim mesmo ou primeiro tenho que mudar o nome do proprietário?
11. É possível mudar o endereço de correspondência da taxa de incêndio?
12. A taxa de incêndio pode ser paga em qualquer instituição bancária?
13. A taxa de incêndio é sempre referente ao ano anterior?
14. Não estou conseguindo imprimir o boleto para pagamento de emolumentos (DAEM), pois, ao clicar no botão "gerar boleto", o sistema volta para a página inicial. O que devo fazer?

1. O pagamento da taxa de incêndio é obrigatório?
Sim. Trata-se de uma obrigação tributária, prevista no Código Tributário do Estado do Rio de Janeiro.

2. Onde são aplicados os recursos da taxa de incêndio?
No reequipamento operacional, na capacitação e atualização de recursos humanos e na manutenção do Corpo de Bombeiros e dos órgãos da Secretaria de Estado da Defesa Civil, sempre visando à melhoria da prestação de serviços à população.

3. A falta de pagamento da taxa de incêndio traz alguma conseqüência?
Além de diminuir a capacidade de investimento do Corpo de Bombeiros, o imóvel ficará sujeito à inscrição em dívida ativa estadual.

4. Comprei um imóvel e somente depois descobri que existiam débitos anteriores. Quem é o responsável pelo pagamento de tais débitos?
No caso da aquisição de um imóvel, havendo dívida da taxa de incêndio de exercícios anteriores, tal ônus é de responsabilidade do novo proprietário, pois a taxa incide sobre a propriedade.

5. Como posso saber se há débitos da taxa de incêndio e, caso tenha, como posso obter uma segunda via?
Existem vários canais de atendimento que possibilitam o levantamento da situação fiscal e a obtenção de uma segunda via, porém, destacamos a internet, por sua rapidez e praticidade. Para facilitar o atendimento tenha em mãos o número da inscrição predial do imóvel.

6. Por que estão cobrando juros de uma taxa de incêndio que não recebi?
O não recebimento da taxa não desobriga o contribuinte do seu recolhimento. Cabe ao contribuinte manter atualizados os dados cadastrais do imóvel junto ao órgão responsável pela arrecadação.

7. O aposentado tem direito à isenção da taxa de incêndio?
Pela Lei estadual 3.686/01, aposentados, assim como pensionistas e portadores de deficiência física, têm direito à isenção da taxa, desde que sejam proprietários ou locatários de apenas um imóvel residencial de até 120 (cento e vinte) metros quadrados, e que percebam rendimentos de até 5 (cinco) salários mínimos.

8. Moro em área de risco. Tenho direito à isenção da taxa de incêndio?
Não. A taxa de incêndio incide sobre os imóveis localizados nos municípios abrangidos pelo serviço de prevenção e extinção de incêndio. No caso dos imóveis situados em áreas classificadas como de risco, não há previsão em lei para concessão da isenção.

9. Como posso reaver valores pagos indevidamente?
As solicitações de devolução de indébito do pagamento de taxa de incêndio, ou mesmo de emolumentos, deverão ser formalizadas pelo contribuinte ou seu representante legal. Os documentos abaixo relacionados deverão ser apresentados no FUNESBOM ou nos postos de atendimento, a fim de que seja autuado o necessário processo administrativo.
1. Requerimento padrão (disponível no site e nos postos de atendimento);
2. Procuração com poderes específicos, com firma reconhecida (no caso de representante);
3. Original e cópia do documento de identidade e do CPF do requerente;
4. Documento(s) original(ais) que comprove(m) o indébito;
5. Original e cópia do título de propriedade do imóvel (RGI), quando exigido;
6. Ficha de declaração para crédito em conta-corrente (disponível no site e nos postos de atendimento).
Dependendo do caso, a administração pública poderá exigir outros documentos para melhor instruir o processo.
Os documentos originais e suas respectivas cópias (itens 3 e 5) poderão ser substituídos por cópias autenticadas em cartório.
Caso o requerente não seja titular de conta-corrente, a ficha prevista no item 6 deverá ser substituída por uma declaração de não-titular de conta-corrente, também disponível no site ou nos postos de atendimento. Nesse caso, o pagamento será efetuado por ordem de pagamento bancário, ficando o valor disponibilizado em qualquer agência do banco Itaú, devendo ser sacado no prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis, bastando ao requerente apresentar o seu CPF em situação regular com a Secretaria da Receita Federal.
Os valores devolvidos serão corrigidos monetariamente com base na variação da UFIR-RJ.

10. O Documento de Arrecadação da Taxa de Incêndio (DATI) não está em meu nome. Devo pagar assim mesmo ou primeiro tenho que mudar o nome do proprietário?
O pagamento independe do nome do proprietário, uma vez que a taxa incide sobre o imóvel, porém, na primeira oportunidade, recomenda-se atualizar o nome do proprietário.

11. É possível mudar o endereço de correspondência da taxa de incêndio?
Sim. Sempre que o contribuinte sentir necessidade poderá solicitar a mudança de endereço do destinatário, que deverá ser no território nacional. Sempre que possível, a internet é a opção mais recomendada.

12. A taxa de incêndio pode ser paga em qualquer instituição bancária?
Não. Em razão de um convênio firmado entre o Governo do Estado do Rio de Janeiro e o banco Itaú, o pagamento somente pode ser feito nas agências da referida instituição bancária.

13. A arrecadação da taxa de incêndio é sempre referente ao ano anterior?
Existem duas situações. Até 1996, a arrecadação era de competência da Secretaria de Fazenda e acontecida no próprio ano. Em novembro de 1997, essa competência foi delegada ao Corpo de Bombeiros e, em razão da proximidade do final do ano, a arrecadação do exercício de 1997 avançou pelo ano 1998. A arrecadação do exercício de 1998 só aconteceu no ano de 1999 e, desde então, essa situação persiste.

14. Não estou conseguindo imprimir o boleto para pagamento de emolumentos (DAEM), pois, ao clicar no botão "gerar boleto", o sistema volta para a página inicial. O que devo fazer?
O boleto para pagamento (DAEM) é apresentado em uma nova janela (pop-up). Alguns microcomputadores estão configurados para bloquear pop-up, como por exemplo, na barra de ferramentas do Google ou nos programas antivírus. Certifique-se que seu microcomputador permite a abertura de pop-up, mesmo que temporariamente.

 
 
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